Neste episódio, Ricardo alerta para um erro comum nas organizações: acreditar que mais ferramentas e softwares significam mais maturidade. Muitas empresas investem em plataformas caras, dashboards e relatórios impecáveis, mas continuam tomando decisões ruins. Ferramentas não criam maturidade; elas apenas evidenciam o que já existe. Se não há priorização, critérios claros e decisões, a tecnologia só organiza a confusão. Times acabam gastando mais tempo alimentando sistemas do que pensando nos projetos. Indicadores abundantes não compensam a ausência de prioridades. Maturidade não é ter o melhor software, mas saber quem decide, com base em quais critérios e o que muda quando algo sai do plano. Sem isso, qualquer ferramenta vira apenas um enfeite digital.