No primeiro episódio de 2026, Ricardo alerta para o maior erro que arruína projetos no início do ano: dizer sim a tudo. Janeiro traz otimismo, pressão por resultados rápidos e a crença de que tudo é possível, levando a portfólios sobrecarregados e equipes trabalhando muito além da capacidade. Os projetos são planejados sob premissas irreais, confundindo esperança com capacidade real.
Neste episódio, Ricardo faz uma retrospectiva do ano em projetos com um olhar maduro e profundamente reflexivo, focando no aprendizado. Ele descreve um ano intenso, marcado por forte pressão por resultados, prazos mais curtos e orçamentos cada vez mais apertados, em que planejar bem deixou de ser diferencial e passou a ser questão de sobrevivência. A execução ganhou protagonismo e o erro ficou mais caro.
Neste episódio, Ricardo fala sobre os loops de atividades, que ocorrem quando tarefas se tornam predecessoras e sucessoras entre si, gerando ciclos que dificultam o cálculo dos cronogramas. Embora os cronogramas sejam pensados para fluxos lineares, projetos de engenharia e inovação costumam ser iterativos, com revisões e feedbacks constantes. O loop não é um erro, mas precisa ser representado corretamente.
Neste episódio, Ricardo explica que um projeto não dá errado, mas revela a verdade sobre a organização. Projetos funcionam como espelhos: refletem a cultura da empresa, mostrando falhas escondidas, como falta de alinhamento, comunicação e propósito. Quando há pressão por prazos e orçamentos, a realidade aparece e a cultura verdadeira se expõe — se é de confiança ou de medo.
Neste episódio, Ricardo Vargas fala sobre a importância de reconhecer e agir diante dos sinais de alerta — os famosos red flags — antes que pequenos desvios se tornem grandes crises. Ele compartilha exemplos práticos e orientações para criar uma cultura de vigilância ativa e segurança psicológica nos projetos.
Neste episódio, Ricardo apresenta como agentes de inteligência artificial (AI Agents) estão revolucionando o gerenciamento de projetos. Diferentes das automações tradicionais, esses agentes são autônomos, interpretam contextos, tomam decisões e interagem com ferramentas como Notion, Slack, Trello e Google Docs.
Neste episódio, Ricardo alerta sobre a perda de suporte em projetos, um sinal frequentemente ignorado. Inicialmente, projetos começam com entusiasmo e apoio, mas dificuldades e novos interesses podem reduzir o comprometimento. Para lidar com isso, ele sugere não ignorar os sinais de desinteresse, ser transparente ao abordar o problema e buscar alternativas.
Neste artigo publicado pelo IBCG Horizontes, Ricardo Vargas como a inteligência artificial está redesenhando a tomada de decisão nas organizações, trazendo à tona oportunidades transformadoras e riscos éticos profundos. Com exemplos reais, como o uso da IA no Itaú Unibanco e nas reuniões executivas da Salesforce, discute os desafios de governança, a necessidade de capacitação dos conselhos e os caminhos possíveis para uma adoção ética, inclusiva e responsável dessa tecnologia. Um convite à reflexão sobre o papel humano em um futuro cada vez mais automatizado.
Neste episódio, Ricardo fala sobre a cultura da reclamação em projetos, afirmando que apenas reclamar não resolve problemas. Ele defende a necessidade de ação e apresenta três estratégias: Reverse Standup, Regra dos Dois Minutos e Hackathon Sem Culpa. Para o Ricardo, é fundamental substituir a frustração pela busca de soluções concretas, promovendo decisões rápidas e colaboração ativa.
Neste episódio, Ricardo compartilha insights sobre como gerenciar projetos em meio ao caos, inspirado em uma conversa com Oleg Konovalov. Ele destaca como o ruído pode distorcer a realidade e a importância de enxergar além dos problemas. Para enfrentar esse desafio, ele sugere cinco dicas: 1) Abrace a incerteza, 2) Priorize sem piedade, 3) Mantenha-se ágil, 4) Comunique excessivamente, 5) Fique calmo e lidere.
No episódio, Ricardo fala sobre como gerenciar projetos em cenários voláteis, como mudanças geopolíticas ou interrupções inesperadas de projetos. Ele destaca duas estratégias principais: reduzir o ciclo dos projetos, entregando resultados menores e mais rápidos para minimizar a exposição à volatilidade, e aplicar a análise what-if, que antecipa possíveis desafios, como tarifas de importação ou perda de recursos críticos.
Neste episódio, Ricardo fala sobre a importância de entender as emoções no gerenciamento de projetos. Ele explica que, embora seja treinado em habilidades técnicas, os maiores desafios são humanos e emocionais. Ricardo destaca a "Roda das Emoções" de Plutchik, que categoriza emoções primárias e suas combinações, ajudando a compreender melhor as reações emocionais em equipes e stakeholders.
Ricardo Viana Vargas e Antonio Nieto-Rodriguez discutem o aproveitamento da IA e da tecnologia para abordar todos os componentes ESG de forma eficaz após a o Fórum Econômico Mundial (WEF) publicar um relatório sobre o progresso alcançado no incentivo às empresas privadas a adotarem métricas firmes sobre questões ambientais, sociais e iniciativas de governança (ESG), uma semana antes da cúpula de Davos 2024.
Neste episódio Ricardo fala sobre a importância de compreender os aspectos políticos do gerenciamento de projetos. A entrega eficaz do projeto não envolve apenas planejamento, orçamento, análise de risco ou gerenciamento de partes interessadas; requer a gestão das interações humanas e da dinâmica política. Ricardo dá quatro dicas principais:
Neste episódio, Ricardo fala sobre a dificuldade de reconhecer um projeto em crise e oferece três razões pelas quais isso é desafiador. Primeiro, o estigma cultural impede os líderes de admitirem o fracasso, pois pode implicar incompetência. Em segundo lugar, a crença de que os problemas podem ser resolvidos despercebidos é enganosa, uma vez que a recuperação de uma crise exige muito mais esforço do que evitá-la.