Neste episódio, Ricardo fala sobre os “Watermelon Projects”: projetos que parecem saudáveis nos dashboards, mas enfrentam sérios problemas internamente. Ele explica que, muitas vezes, os indicadores permanecem verdes por medo de expor dificuldades, decepcionar patrocinadores ou sofrer punições em culturas corporativas que associam problemas ao fracasso pessoal. Assim, atrasos, riscos e cortes de escopo acabam sendo mascarados.
Neste episódio, Ricardo fala sobre a relevância da análise de valor agregado na gestão de projetos, mesmo com os avanços da inteligência artificial. Apesar da automação e previsões em tempo real, a análise de valor agregado permanece essencial por unir escopo, prazo e custo, gerando insights claros. A inteligência artificial calcula, mas interpretar indicadores como CPI e TCPI exige julgamento humano.
Neste episódio, Ricardo explica as diferenças entre OKRs (Objectives and Key Results) e KPIs (Key Performance Indicators). Embora ambos sejam ferramentas de medição, eles atendem a propósitos diferentes. Os KPIs rastreiam processos em andamento, oferecendo insights em tempo real sobre o desempenho, como o progresso do projeto em termos de tempo e custo.
No episódio desta semana, Ricardo fala sobre o viés de disponibilidade, ou availability bias. Ele explica que quando um evento de risco é exposto repetidamente no noticiário ou por um grupo de pessoas ao nosso lado, a nossa percepção é alterada por aquela exposição, que muitas vezes no faz perder a racionalidade sobre a real probabilidade ou impacto. Um dos exemplos é o pânico tomado pelo atraso nos voos no mundo inteiro.
Projetos de infraestrutura têm grande potencial para impactar a sustentabilidade das cidades devido a serem tipicamente projetos de grande porte e ter um alto nível de intervenção. Assim, avaliar a sustentabilidade desses projetos por meio de relatórios de sustentabilidade é de grande relevância, principalmente no que diz respeito aos impactos no meio ambiente, na saúde pública e na economia local.
Como mensurar quanto falta para terminar uma tarefa onde a criatividade é importante e a inspiração pode acelerar ou desacelerar o andamento? Neste podcast, Ricardo fala sobre como podemos melhorar a medição do avanço físico real do projeto através da aplicação do conceito da ancoragem e da decomposição da EAP.
Neste podcast, Ricardo fala sobre a diferença entre os indicadores do projeto e os indicadores da gestão do projeto. Ele explica que os indicadores do projeto medem os benefícios esperados e estes normalmente aparecem depois que o projeto acabou, mas os indicadores da gestão do projeto estão relacionados ao controle durante a execução do projeto, onde as entregas previstas são comparadas com as entregas realizadas.